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AGENDA DE PARALISAÇÃO: Trabalhadores em Educação de Salvador protestam em frente à SMED

 

Uma manifestação exitosa, que contou com o apoio da população para a luta da categoria! Este foi o ato realizado pela APLB-Sindicato na manhã desta quarta-feira, 2, em frente à Secretaria Municipal da Educação (SMED), que reuniu centenas de trabalhadores em Educação do município de Salvador. O protesto faz parte da agenda de paralisação aprovada nesta terça, 1º de agosto, em assembleia no Ginásio dos Bancários.

Apitos, faixas, cartazes, carro de som e a percussão do grupo Tambores de Búzios deram o tom da atividade, que chamou atenção de pedestres e motoristas para a situação em que se encontra a Educação municipal. No gradil da SMED, ainda estavam as fitinhas do Bonfim amarradas pelos trabalhadores na última manifestação, em um ato simbólico para pedir proteção ao Senhor do Bonfim.

Os participantes do protesto também realizaram a tradicional chamada de tudo o que FALTA nas escolas, que prejudica o aprendizado dos nossos estudantes. Confira o momento no vídeo:

A categoria se mantém unida contra o descaso do Executivo Municipal, que não concede reajuste salarial nem outros direitos estabelecidos no Plano de Carreira, como avanço de referência e mudança de nível. Na última rodada de negociação, não houve avanços por parte do Executivo Municipal. Por isto,  os trabalhadores aprovaram em assembleia um pacote de contrapropostas, que inclui os seguintes pontos:

  • Concessão de avanço de 2 (duas) referências, de forma automática, constantes na Tabela Salarial, contemplando os professores REDA;
  • Concessão de reajuste salarial no percentual de 10% (dez por cento);
  • Publicação das mudanças de nível, assim como a apresentação de um cronograma de pagamento do passivo;
  • Devolução imediata dos valores descontados dos profissionais da educação referentes aos dois dias de paralisação, visto que não há nenhuma negativa de reposição das aulas.

 

Além de exigir a valorização dos trabalhadores e melhorias para as escolas – que sofrem com estrutura precária, falta de material didático e de apoio, gás, alimentação, fardamento, entre outros -, a categoria também luta contra o ilegítimo Temer, que retira direitos dos trabalhadores brasileiros com suas reformas (da Previdência, Trabalhista e a Terceirização) e segue com sua política de retrocessos.

Fotos: Getúlio Lefundes | APLB-Sindicato

Na tarde desta quarta,  a APLB-Sindicato se reúne na Praça da Piedade, juntamente com as centrais sindicais, em vigília pela decisão do Congresso em relação à investigação de Michel Temer. Já na manhã desta quinta-feira, 3, os trabalhadores em Educação voltam às ruas pela agenda de paralisação, com concentração às 9h na Piedade.

FORA TEMER E SEUS ALIADOS!

NENHUM DIREITO A MENOS!

VAMOS À LUTA!

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