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CTB aposta na qualificação de suas bases e inaugura Escola Nacional de Formação. Direção da APLB-Sindicato esteve presente.

A Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) realizou na noite da quarta-feira (5), no auditório do Sindicato dos Marceneiros, em São Paulo, a aula inaugural de sua recém-criada Escola Nacional de Formação. O projeto é uma iniciativa da central conduzida pela secretaria nacional de Formação e Cultura.

Com a participação de dirigentes sindicais de São Paulo, Bahia, Rio de Janeiro, Ceará, Amazonas, Sergipe e Minas Gerais, a cerimônia de abertura foi mediada pela secretária de Formação da central, Celina Arêas, responsável pela gestão de cursos de formação sindical e consciência política e de classe em capitais e municípios do país.

As primeiras quatro aulas da Escola (confira aqui a programação completa) foram criadas em parceria com o Centro de Estudos Sindicais (CES) e serão realizadas ao longo de julho e na primeira semana de agosto.

O presidente nacional da CTB, Adilson Araújo, destacou que a inauguração da escola, na conjuntura em que vivemos, envolve importantes desafios: “É um ato de grande envergadura. Enfrentaremos a ofensiva neoliberal que bate à porta, empreenderemos um esforço para melhorar a nossa qualificação e teremos de defender nossos sindicatos e organizações que estão sendo vilipendiados”.

A APLB-Sindicato foi representada no evento pelas diretoras Rose Aleluia, Hércia Azevedo e Rita Moraes.

2018 será o Ano Internacional da Formação Sindical 

O secretário de Relações Internacionais da CTB e secretário-geral da Federação Sindical Mundial (FSM), Divanilton Pereira, também elogiou a ousadia da central. “Que este gesto seja exemplo e inspiração para reforçar o sindicalismo classista em escala mundial”.

Divanilton informou, em primeira mão, que a FSM nomeou 2018 como o Ano Internacional da Formação Sindical – decisão que nasceu de uma proposta da CTB.

 

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