Veja no G1 a investigação contra o ex-secretário
Ex-secretário de Porto Seguro (BA) é investigado por desvio de verbas
PF e Polícia Civil sabiam da denúncia de Álvaro contra Edésio e nada fizeram
Guaratinga-Ba, 31 de Janeiro de 2012, atualizado às 21:43
Por: Redeimprensalivre
PORTO SEGURO – Além da devassa nas contas do ex-secretário municipal, Edésio Lima, revelando movimentação milionária “atípica”, para quem ganhava R$ 6 mil e passou oito meses preso, surge outro fato novo no caso da morte dos sindicalistas da APLB em Porto Seguro: o professor Álvaro Henrique havia procurado a Polícia Federal para denunciar um suposto esquema de desvio de recursos vindos do governo federal para a Educação, tendo Edésio como principal suspeito.
A Polícia Federal até o momento não se pronunciou sobre este fato. Ao receber ofício da PF sobre a denúncia, a Polícia Civil se manifestou declarando que não poderia investigar por se tratar de desvio de verbas federais.
O promotor de Justiça Dioneles Santana, do Ministério Público estadual (MP-BA), afirmou a imprensa que tanto a PF quanto a Polícia Civil sabiam dessa denúncia da suspeita de que Edésio estaria desviando verbas públicas. Segundo ele, quem recebeu a denúncia feita por Álvaro Henrique foi o delegado federal Bernardo Cunha Barbosa.
Dois depois de denunciar o suposto esquema, o sindicalista e professor Álvaro Henrique e seu colega Elisnei Pereira foram brutalmente assassinados em uma emboscada na zona rural de Porto Seguro, na noite do dia 17 de setembro de 2009. Álvaro liderava na época uma greve da categoria por melhores condições de trabalho.
Segundo o portal G1, o delegado federal que ouviu o sindicalista encaminhou relatório por meio de um memorando ao Chefe do Departamento da Polícia Federal.




Os assassinatos em Proto Seguro dos professores Álvaro Henrique e Elisnei Pereira, nos remete a tempos mórbidos e perversos das violações dos direitos. Dois pais de família deixam 4 crianças e as famílias órfãs. Em dois bárbaros de assassinatos de crime de encomenda em virtude de elementos sem principio e moral para conviverem em sociedade política de disputa e não aceitam serem denunciadas pelas suas práticas delituosa. Nos, remetendo aos tempos das disputa cacaueiras (mostrada nas obras de Jorge Amado)
Esperamos celeridade da justiça e punição severa dos culpados, é lamentável que o estado direito deste país ainda conceda o direito de defesa a crimes hediondos como.
Os assassinos, têm direito de defesa! As vitimas foram emboscadas, tocaiadas em sua própria residência, a mãe de uma das vitimas ficou presa (cárcere privado) num quaro, o irmão ficou amarado numa cadeira na sala e encapuzado, obrigaram ligarem para atraírem o (filho/irmão) a ser vitimas, que chegou acompanhado, não houve direito de defesa, nem Constituição Federal, Código de Processo Civil, nem inquérito policial ou outra forma de direito constitucional. O prof. Álvaro Henrique foi informando que o filho dele estava passando mal, chegou para socorrer foi sumariamente executado juntamente o Prof. Elisnei Pereira que tinha três filho, o professor Álvaro Henrique tinha um, ficaram quatro crianças órfãs e duas famílias sem pai. Em vez do direito de defesa sugerimos a Lei de talião.
“A lei de talião, do latim lex talionis (lex: lei e talio, de talis: tal, idêntico), também dita pena de talião, consiste na rigorosa reciprocidade do crime e da pena — apropriadamente chamada retaliação. Esta lei é frequentemente expressa pela máxima olho por olho, dente por dente. É uma das mais antigas leis existentes.” Fonte wikipedia