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Rede Municipal de Salvador: APLB-Sindicato realiza reunião de gestores escolares

30 de dezembro de 2010 0

Rede Municipal de Salvador

 

Fotos: Eduardo Silva

 

A reunião de gestores escolares da Rede Municipal de Salvador, realizada na manhã desta quinta-feira (6 de janeiro de 2011), no auditório da APLB-Sindicato, alcançou os objetivos pretendidos pela APLB-Sindicato.

O debate foi intenso, com ampla participação dos gestores e dos dirigentes sindicais. A imprensa (emissores de TV e de rádio; jornais e sites e blogs) compareceu e ouviu as principais queixas e denúncias contra a administração de Salvador.

O salário dos professores e dos outros servidores municipais, que deveria ter sido pago no dia 31 de dezembro, ainda não foi depositado na conta dos trabalhadores. A Prefeitura informou que pagará no dia 8 (neste sábado), e acrescentou que na mesma data sairá também o pagamento de um terço das férias.

Os gestores escolares definiram que as escolas que estiverem sem vigilantes e porteiros não abrirão para matrículas. Os trabalhadores terceirizados – vigilantes, porteiros, merendeiras, seguranças – estão com os salários atrasados, alguns deles de três meses de atraso.

Com estava definido, foi ratificado que no segundo dia de aula, 15 de fevereiro, haverá assembleia da categoria. Essa assembleia é precedida de reuniões do sindicato como a ocorrida com os gestores escolares; audiências com representantes da Prefeitura; reuniões com representantes de escola, entre outras. Horáro e local serão informados em breve.

 

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Salvador está o caos. As escolas municipais não têm condições de funcionar. A Prefeitura não pagou os salários dos servidores. A imprensa e a população precisam despertar para essa triste situação

 

A diretoria da APLB-Sindicato e os diretores de escolas da Rede Municipal de Salvador concedem uma coletiva à imprensa nesta quinta-feira, 6 de janeiro, às 10 horas, no auditório do sindicato, na Rua Francisco Ferraro, n° 45, ao lado do Colégio Central.

 

A entrevista coletiva é para os dirigentes sindicais e escolares chamarem a atenção da imprensa e da população para a situação caótica das escolas. A Prefeitura anuncia a matrícula escolar, mas muitas unidades escolares não possuem vigilantes, porteiros, seguranças, funcionários de serviços gerais. Os problemas são graves e impedem a realização das aulas.

 

A administração de Salvador está um caos. Político e administrativo. O prefeito João Henrique, perdido e desmoralizado politicamente, trocou o seu secretariado para tentar não se tornar inelegível – o Tribunal de Contas dos Municípios reprovou suas contas de 2009 – e continuar na política.

 

Administrativamente o prefeito demonstra total incompetência. O salário dos servidores municipais, que seria pago no dia 31 de dezembro, como estava na tabela de pagamento, não foi feito, frustrando os trabalhadores. A Prefeitura anunciou que pagará no dia 8, mas quem acredita no que o prefeito diz?

 

Por isso, a convocação da APLB-Sindicato para esta entrevista coletiva. Antes, às 9 horas, os dirigentes fazem, no mesmo local, uma reunião, enquanto aguarda a presença da imprensa.

 

 

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Foi com espanto e indignação que os professores da Rede Municipal de Salvador receberam a notícia de que o pagamento dos seus salários que não estariam liberados no dia previsto na tabela. De acordo com a prefeitura, o pagamento só será feito no dia 08 de janeiro. Nesta quarta-feira, a Prefeitura informou que pagará também um terço das férias.

O fato é que a falta de pagamento provocou desespero nos profissionais da educação, uma vez que todos pagarão juros nas contas programadas para esse período, porque a Prefeitura Municipal de Salvador havia publicado tabela de pagamento para o ano todo e não avisou com alguma antecedência que atrasaria. Isto é inconcebível!

No mês de novembro a prefeitura já havia descumprido a tabela de pagamento e informou que o atraso só seria naquele mês, entretanto a situação é ainda pior nesse mês de dezembro: os servidores da administração direta receberão seus salários após o 5º dia útil previsto em Lei.

Os servidores municipais não são responsáveis pela crise financeira que a Prefeitura de Salvador está atravessando, nem tampouco pela má administração do erário público. A responsabilidade é da incompetência de quem administra.  Os servidores são, sim, vítimas de todo esse processo e a APLB-Sindicato há muito vêm denunciando toda essa situação.

Além disso, os profissionais da educação têm os seus salários assegurados por um Fundo público – o FUNDEB – cujos recursos já estão disponíveis no Banco BRADESCO.

 

Por isso, a APLB–SINDICATO exige que a administração municipal:

 

- PAGUE IMEDIATAMENTE OS SALÁRIOS DA EDUCAÇÃO!

 

- RESPEITE OS SERVIDORES!

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