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APLB-Sindicato e ASSUFBA convocam todos para a Greve Nacional da Educação em 15 de maio – Em Salvador, concentração no Campo Grande, às 9h 

Não bastasse a vergonha que o povo brasileiro foi obrigado a passar com as insanidades de Ricardo Vélez o primeiro ministro da Educação de Bolsonaro, aquele que afirmou que brasileiro é ‘canibal’ no exterior, o momento agora – com o segundo ministro da Educação em apenas 4 meses de governo – é de cortes nas verbas para educação, patrulhamento dos professores, fim da oferta de filosofia e sociologia, entre outras barbaridades.

O anúncio do corte de 30 por cento das verbas nas universidades federais da Bahia, de Brasília e do Rio de Janeiro sugere retaliação. O governo Bolsonaro dá como motivação para isso a existência de “balbúrdia” nessas instituições que, na realidade, estão no topo em termos de pesquisas e resultados acadêmicos em níveis internacionais.

Em relação ao patrulhamento de professores, o que o governo Bolsonaro faz é acusar os docentes, sugerindo que eles estariam doutrinando crianças e jovens para desconstruir a família ao infundir valores dissonantes de seus pais e pavimentar o comunismo no país. Surgiram denúncias de impropriedades na orientação sexual, como se fosse a rotina nas escolas brasileiras. Com isso, veio o projeto Escola sem Partido que será a pá de cal na docência, porque, além dos insultos, os mestres poderão ser condenados pela Justiça ao apresentar uma teoria que não agrade a um segmento numa classe formada por alunos de diferentes origens sociais, religiosas e étnicas.

Não satisfeito, Bolsonaro pretende dar fim às matérias de filosofia e sociologia no ensino médio.

A Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), entidade representativa dos profissionais da Educação básica do setor público brasileiro; a APLB-Sindicato e a ASSUFBA repudiam essa proposta do governo Bolsonaro, cuja estratégia é clara: asfixiar financeiramente a oferta dessas duas disciplinas no âmbito da educação superior.

APLB-Sindicato e ASSUFBA juntas na luta por uma educação pública gratuita, laica, de alta qualidade, sem patrulhamento ideológico e com valorização dos profissionais do ensino.

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