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APLB participou do ato contra a Reforma da Previdência nesta quarta-feira (10), na Praça da Piedade

A APLB-Sindicato participou, na manhã  desta quarta-feira,10, na Praça da Piedade, do ato contra a reforma da previdência e em defesa da aposentadoria. A manifestação foi convocada pela CTB Bahia e os sindicatos filiados à central. A APLB-Sindicato e as trabalhadoras e trabalhadores em Educação disseram presente à convocação para aumentar a pressão e chamar a atenção da população para os impactos deste nefasto projeto.
Não à reforma da previdência!
Não  à retirada dos direitos dos trabalhadores!
 
Acesse o link abaixo para assistir a reportagem da TV APLB sobre o ato: https://youtu.be/to3OjolMJ0s
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A votação da reforma da Previdência se inicia nesta terça-feira (09/07) e deve ir até quinta-feira (11/07). Portanto, a mobilização contra a proposta que retira o direito à aposentadoria é urgente. As mobilizações e atuações para barrar a reforma da Previdência continuam a todo vapor. Em Salvador já tem uma nova atividade agendada, a CTB Bahia convoca os seus sindicatos filiados e toda população para um grande ato, nesta quarta-feira (10), às 10h na Praça da Piedade. A APLB-Sindicato convoca as trabalhadoras e trabalhadores em Educação para aumentar a pressão e chamar a atenção da população para os impactos do projeto. 

A CTB Bahia também orienta as entidades sindicais filiadas a realizarem assembleias e outras atividades especificas em suas bases durante os dias 8 a 12 de julho, para conscientizar da importância de lutar contra a reforma da previdência, que se aprovada acabará com as aposentadorias dos trabalhadores e trabalhadoras. Só com a unidade conseguiremos barrar a reforma da previdência encaminhada pelo governo Bolsonaro.

ATO CONTRA A REFORMA DA PREVIDÊNCIA

DATA: 10 de julho (quarta-feira)

LOCAL: Praça da Piedade – Salvador 

A proposta

A reforma de Bolsonaro, ao contrário do que se propaga, não combate privilégios. É uma mentira contada aos desavisados para penalizar os mais pobres. Prova disso é que dos cerca de R$ 1 trilhão que governo diz que pretende economizar, 83% sairão de quem recebe até dois salários mínimos de aposentadoria. No relatório aprovado na comissão especial da Reforma da Previdência (PEC 6/19), foi mantida a idade mínima para aposentadoria de 65 anos para homens e 62 anos para mulheres – esses patamares são, hoje, de 60 e 55 anos, respectivamente. 

Em relação ao tempo de contribuição, foi estipulada uma regra transitória até uma lei complementar definir essa e outras condições: 20 anos para homem e 15 anos para mulher. No caso dos servidores públicos da União, o tempo de contribuição na regra transitória até a lei complementar será de 25 anos e, cumulativamente, pelo menos 10 anos no serviço público e 5 no mesmo cargo para ambos os sexos.

Entenda a tramitação da reforma da Previdência na Câmara Federal:

Nesta segunda-feira (8), o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), reúne-se com líderes partidários para discutir procedimentos de votação da reforma da Previdência em plenário. Vai haver, também, a partir das 13 horas, sessão extraordinária. Na terça (9), o plenário da Câmara inicia o debate sobre a matéria, com sessões deliberativas pela manhã, à tarde e à noite.

Na quarta-feira (10) também vai haver sessões pela manhã, à tarde e à noite. Na quinta (11), estão previstas sessões pela manhã e à tarde.

A Casa terá 2 semanas para concluir a votação, em 2 turnos, da proposta, antes do recesso parlamentar, que começa no dia 19 e vai até 31 de julho.

A seguir o passo a passo da deliberação no plenário:

Discussão, em 1º turno
Antes da abertura, a oposição poderá requerer a retirada de pauta da matéria, votação nominal do pedido precedente (pelo sistema eletrônico) e adiamento da discussão por até 10 sessões. A aprovação ou rejeição do requerimento necessita de maioria simples — maioria de votos, desde que presente a maioria absoluta: 257 deputados.

Mas, como estratégia para superar tais requerimentos, o governo pode se antecipar à oposição e propor a retirada de pauta para rejeitar o próprio pedido. Com isso, a Mesa (presidente) considera prejudicados os requerimentos da oposição sem nem mesmo submetê-los a voto, por entender que se o plenário manteve a matéria em pauta é porque deseja realizar a discussão.

A inscrição para debater a matéria não possui limite. Cada deputado pode discursar por 5 minutos. A discussão pode se estender até o fim da lista de deputados inscritos. Porém, o governo pode propor o encerramento da discussão antes do término da lista de oradores, após 4 deputados — 2 a favor e 2 contra — terem discutido o assunto. Esse requerimento também é aprovado por maioria simples. Até o fim da discussão podem ser apresentados destaques.

Votação
Encerrada a discussão, passa-se à votação. A partir desse momento, a Mesa não admite mais a apresentação de destaques, simples (individuais) ou de bancada. Em seguida, vota-se a admissibilidade dos destaques simples, geralmente em bloco, sendo todos rejeitados.

Passa-se então à votação do texto-base, ressalvados os destaques (de bancada). Para ser aprovado, o texto necessita alcançar 308 votos favoráveis em votação nominal pelo sistema eletrônico.

Aprovado o texto principal, passa-se à votação dos destaques de bancada, concedidos aos partidos ou blocos em número proporcional ao tamanho das bancadas. No total, pela atual configuração dos blocos e partidos, são possíveis 34 destaques. Da mesma maneira, os destaques necessitam alcançar 308 votos para aprovação, todos em votação pelo sistema eletrônico. Com a votação dos destaques, conclui-se o 1º turno.

Interstício/intervalo
O intervalo entre a conclusão do 1º turno e o início do 2º é de 5 sessões, prazo que corre paralelamente para que a comissão especial elabore e aprove a redação para a nova rodada de votação. Da mesma maneira, tal prazo pode ser suprimido mediante aprovação, por maioria simples, de requerimento com tal finalidade.

Discussão, em 2º turno
Aberta a discussão, esta pode ser encerrada pelo término da lista ou mediante a aprovação de requerimento com essa finalidade, havendo a matéria sido discutida por, no mínimo, 4 oradores — 2 contra e 2 a favor.

Votação
Encerrada a discussão, passa-se à votação. Nessa rodada de votação não se admitem novas emendas aglutinativas. Com isso, vota-se unicamente a redação do 2º turno, ressalvados os destaques. Antes, porém, vota-se primeiro a admissibilidade dos destaques simples.

Aprovado o texto em 2º turno, procede-se à votação dos destaques de bancada. No entanto, não se admite a apresentação de destaque que inverta o sentido do texto ou o modifique substancialmente. Dessa forma, são aceitos apenas destaque supressivos — que retiram partes do texto — e desde que as exclusões propostas possam se ajustar e a redação mantenha sentido completo. Com a votação dos destaques, conclui-se o 2º turno.

Redação final
Mesmo com a conclusão do 2º turno, o fechamento da votação só se dá com a aprovação da redação final (geralmente em votação simbólica), texto consolidado a ser enviado ao Senado Federal. Trata-se apenas da ratificação do que foi aprovado nas votações anteriores, sem possibilidade de nova alteração de mérito, pois se admitem apenas emendas de redação para correção de lapso formal.

 
CÂMARA DOS DEPUTADOS

COMISSÃO DE TRABALHO, DE ADMINISTRAÇÃO E SERVIÇO PÚBLICO

“Sistema S”
Colegiado realiza, nesta terça-feira (8), a partir dada 14 horas, audiência pública para discutir sobre o “Sistema S” no mundo do trabalho, na sociedade e na economia do país. Entre outros palestrantes, estão representantes da Confederação Nacional da Indústria; da Confederação Nacional do Comércio, de Bens, Serviços e Turismo; e da Confederação Nacional do Transporte. Vai ser no plenário 12.

 
COMISSÃO DE FINANÇAS E TRIBUTAÇÃO

Reforma Tributária
Colegiado instala, nesta terça-feira (9), às 17 horas, Subcomissão Especial da Reforma Tributária. Objetivo é definir o calendário de debates do Plano de Trabalho. Em plenário a definir.

COMISSÃO ESPECIAL

Reforma Tributária
Está prevista a instalação, nesta semana, de comissão especial para discutir e votar o mérito da proposta de reforma tributária, nos termos da PEC 45/19, aprovada na Comissão de Constituição e Justiça, em 22 de maio.

Fonte: Diap

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