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Professores ameaçam greve em Campo Alegre caso prefeita não atenda suas reivindicações

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A APLB-Sindicato Núcleo de Campo Alegre de Lourdes realizou no sábado (14), uma assembleia da categoria para mostrar os trabalhos do núcleo local e discutir a seguinte pauta de reivindicações: Cumprimento do Plano Carreira; COPEA (Comissão Permanente de Acompanhamento); Eleições para diretores escolares; Pagamento de 1/3 de férias para os funcionários; Abolição de funcionários não habilitados em docência ministrando aulas nas escolas do município; Contra-cheques em dias e Pagamento integral do piso salarial nacional.

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A assembleia contou com a participação de diversos professores e demais trabalhadores da área de educação que diante do não posicionamento da prefeita, Delaneide Borges, sobre as reivindicações da categoria, que em audiência com a APLB-Sindicato no final do mês de maio do corrente ano prometeu resolver os problemas em 60 dias e não resolveu.  A categoria decidiu que, a diretoria do sindicato, encaminhasse um ofício a prefeita na segunda-feira (16), solicitando uma audiência com a mesma para discutir e as reivindicações em questão, e que no prazo de oito dias os profissionais não obtiverem nenhuma resposta do Executivo Municipal, a categoria fará uma greve por tempo indeterminado até que a mesma possa atender as reivindicações desses profissionais.

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O presidente da APLB-Sindicato Núcleo de Campo Alegre de Lourdes, Manoel de Jesus Bastos, diz que na última audiência realizada, entre a APLB e a prefeita Delaneide Borges, a gestora prometeu realizar um “Curso de Gestão” até o início do segundo semestre de 2013 para os que tiveram interesse de pleitearem diretorias escolares até o final deste ano.

O presidente ainda mostrou algumas irregularidades encontradas na área de educação do município e admite que “Existe profissionais atuando em sala de aula que cursaram apenas o segundo grau científico que não atendem as normas imposta pela Lei de Diretrizes Básicas LDB”. Ele ainda afirma que existem profissionais na folha de pagamento na área de educação que a APLB desconhece onde esses profissionais trabalham. E não culpa apenas a prefeita por essas irregularidades, mas também a Câmara Municipal, pois cabem aos mesmos fiscalizar e denunciar as possíveis irregularidades encontradas no município.

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