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SMA: SUSPENDER PARA ENTENDER!

A APLB-Sindicato solicitou uma reunião com a Gerência de Gestão Escolar/SMED para tratar do modo de operação e implantação do SMA, apontando que o mesmo tem sido objeto de questionamento pelos professores, coordenadores pedagógicos e gestores da rede municipal de ensino. A diretoria do sindicato criticou a SMED e as Gerências Regionais pela forma como foi implantado o citado sistema, destacando que não houve discussão ou uma formação para professores e coordenadores pedagógicos, o que tem gerado dúvidas, inquietação e divergências dentro das equipes escolares. Além disso, a pressão para a conclusão da sua realização tem gerado conflitos entre os profissionais. Enfim, o processo de comunicação não aconteceu adequadamente, ficando apenas a imagem de mais uma ação impositiva e sem a clareza sobre a finalidade específica.

Segundo a SMED, o SMA é um sistema informatizado que visa o monitoramento e intervenção no processo pedagógico das escolas, verificando suas dificuldades e necessidades, de modo a favorecer o planejamento e uso de recursos em prol da aprendizagem. A SMED complementa que o SMA tem como meta implementar um novo modelo de caderneta informatizada, substituindo os registros manuais e que não há intenção de punição ou fiscalização aos professores.

Até 2018 o setor pedagógico da SMED não possuía um sistema de monitoramento da aprendizagem. O SMA utiliza a plataforma do Sistema de Gestão Educacional-SIGEL implantado anos atrás.

Informa também que os indicadores do SMA já são usados em 300 turmas de “regularização de fluxo” e turmas de 3º ano. O coordenador pedagógico e a equipe de gestão participam do processo como mediadores, visando dinamizar e apoiar na alimentação das informações que subsidiarão a construção dos indicadores da aprendizagem, ressaltando-se que essa ação não é de fiscalização, mas de MEDIADOR e suporte dos processos.

No que se refere à indicação de obras a serem lidas no Fundamental I e II, à medida que a escola informar a quantidade de títulos que possui no acervo, o setor pedagógico da SMED poderá avaliar a demanda da unidade com o objetivo de melhorar o acervo.

O tempo pedagógico do aluno (e/ou da turma) também deverá ser acompanhado com o olhar voltado para atividades pedagógicas. A eventual falta do professor continua sendo feita por meio da COF enviada à Gestão de Pessoas.

A SMED informou ainda que o sistema possui um tempo de ociosidade de 30 minutos e que, após esse tempo sem alimentação a conexão é finalizada automaticamente, mas que ela pode e deve ser usada pelo tempo que for necessário.  O prazo do sistema para alimentação dos dados foi prorrogado para 08 de maio, fornecendo o telefone 3202 3115 para auxiliar em caso de dúvidas.

A APLB continuará escutando a categoria e não permitirá qualquer pressão ou cobranças exageradas de parte dos chefes mediatos e imediatos. Insiste também que a SMED e as GRE cumpram com suas atribuições, no sentido de oferecer o bem estar e a tranquilidade para a categoria, no fazer pedagógico e nas condições de trabalho.

A APLB exige a suspensão das atividades do SMA até que haja um processo de formação em serviço com professores, coordenadores pedagógicos e gestores da rede municipal de Salvador.

A APLB convoca Reunião de Representantes de Escolas, dia 07/05 (terça-feira), às 9h, no Auditório da APLB-Sindicato.

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